O seu melhor trabalho como advisor é quase invisível. Acontece na conversa difícil e na pergunta que ninguém mais teve coragem de fazer. A única coisa que o mercado vê do seu cliente antes de qualquer reunião é a foto do perfil. E ela quase sempre parece mais júnior do que a carreira que ele tem.
Pensa numa situação dessas.
Você passou meses preparando um cliente para sentar numa mesa de gente mais sênior que ele. Pode ser um conselho, pode ser uma negociação de aporte. Ajustou o discurso dele. Trabalhou a forma de defender a tese sob pressão. No dia, antes de todo mundo entrar na sala, alguém da mesa abre o LinkedIn dele no celular. A foto é um recorte de crachá de seis anos atrás, daquelas com luz de teto e fundo de parede. Em meio segundo, essa pessoa já decidiu alguma coisa sobre quem vai falar.
Esse meio segundo é o problema. E ele é mais seu do que do seu cliente.
Seu trabalho é fazer com que ele seja levado a sério numa mesa onde a senioridade é a moeda. A foto é o primeiro filtro que responde, sem fazer barulho, se aquela pessoa pertence ali. Quando a imagem conta uma história mais nova e mais insegura do que a trajetória real, ela desmente em silêncio tudo que você ajudou a construir. A mesa não está julgando a vaidade dele. Está lendo, naquele instante, a maturidade que você passou meses afinando.
Tem pesquisa séria sobre isso. A Universidade de Princeton mostrou que o cérebro humano leva 100 milissegundos para formar um julgamento de competência e confiabilidade a partir de um rosto. Cem milissegundos. Antes da primeira linha do resumo, antes do cargo, antes de qualquer número que vocês dois montaram juntos.
Vou bancar uma opinião. Foto que parece amadora não é detalhe estético. É informação. Ela diz para a mesa que talvez aquela pessoa ainda não esteja no nível da conversa. E quando isso recai sobre alguém que você aconselha, parte do recado sobra para o seu julgamento também.
É aqui que eu entro, e só aqui no texto. Sou fotógrafo de retrato corporativo em Niterói. O que eu faço não interfere na estratégia que você desenha para o cliente. Cuido de uma camada só: garantir que a primeira imagem dele comunique a senioridade que a sua consultoria construiu por dentro.
E faço questão de uma coisa. Eu não encosto na relação de vocês. Resolvo a foto e te devolvo a bola. O cliente continua sendo seu. Cuido apenas daquilo que aparece nos primeiros 100 milissegundos, para que esse instante jogue a favor do trabalho que você já fez.
Se você tem um cliente prestes a entrar numa mesa onde a primeira impressão decide o tom da conversa, vale trocar uma ideia. Deixo como conversar logo no primeiro comentário.
Sou o João, do Estúdio Fanara, em Niterói (a 3 quadras das Barcas, 15 min do Centro do Rio). Faço retrato corporativo com direção de pose e entrega no mesmo dia. Se quiser conversar sobre algum cliente seu, meu WhatsApp é (21) 99416-0648. Mais informações em https://fanara.com.br/parceria-consultores.html

